Fechado maio, três anúncios do período descrevem a mesma mudança de fase para quem trabalha com agente.
O primeiro é de cobrança: cota mensal separada para quem constrói agente, reconhecendo que esse uso consome de forma diferente de conversa e distorce o plano geral.
O segundo é de capacidade: modo de execução contínua, com o sistema trabalhando até completar a tarefa em vez de responder pergunta por pergunta.
O terceiro é de medição: número alto em teste de operação de interface gráfica, que é a habilidade necessária para agente que usa aplicativo em vez de escrever código.
Os três apontam para uso mais autônomo, e a contrapartida é sempre a mesma e precisa ser decidida antes: o que o agente não pode fazer sem confirmação, qual o alcance dele no sistema e o que fica registrado para permitir revisão depois.
Nenhuma dessas três decisões depende de fornecedor ou de orçamento. Todas dependem de alguém escrever a lista antes de ligar o modo automático.
