Uma grande rede de lojas enviou avisos de vazamento em 1º de maio, após acesso não autorizado a sistemas de documento de franqueado. O grupo responsável alegou ter levado mais de 600 mil registros de uma plataforma corporativa de gestão e divulgou arquivo de 9,4 gigabytes.
O alvo descreve onde o dado sensível costuma ficar esquecido. Não é o sistema de venda nem o de pagamento: é o repositório administrativo, com contrato, documento pessoal e informação financeira de centenas de pequenos empresários.
Esse tipo de sistema costuma ter controle mais frouxo porque não para a operação quando cai. Segurança é priorizada pelo que interrompe faturamento, e repositório de documento não interrompe nada.
O conteúdo, porém, não segue essa hierarquia. Documento de identidade de parceiro e contrato assinado valem mais para quem aplica golpe do que o histórico de venda que o sistema principal protege com zelo.
A revisão que resolve boa parte disso cabe numa manhã: listar onde existe documento com dado pessoal, remover acesso de quem saiu, apagar o que passou do prazo de guarda e definir quem responde por aquele sistema.
