Os números apresentados no lançamento de modelo de programação do período vieram de medição baseada em problemas reais de repositório, formato que se consolidou como referência da categoria.
A diferença em relação a exercício sintético é grande. Resolver problema isolado exige gerar código correto; resolver problema de repositório exige entender uma base existente, encontrar onde mexer, respeitar convenção do projeto e passar nos testes que já existiam.
Essa segunda habilidade é a que decide utilidade prática, porque quase todo trabalho profissional de programação acontece em código que outra pessoa escreveu, com histórico e restrições que ninguém documentou.
Vale a ressalva de sempre em número divulgado por quem lança: a escolha de qual medição mostrar cabe a quem tem interesse no resultado, e a configuração usada raramente vem detalhada.
O teste que informa a decisão de compra continua sendo interno: rodar a tarefa que a operação executa de verdade, na base de código dela, e contar o gasto total até o resultado ficar pronto.
