Microsoft e Google prepararam anúncios voltados a programação assistida em suas conferências de desenvolvedores do período, mirando uma categoria em que as fabricantes de modelo saíram na frente.
A disputa por essa categoria tem explicação além do tamanho do mercado. Ferramenta de programação é porta de entrada para a nuvem: quem escolhe onde o assistente roda tende a arrastar junto onde o código é executado e armazenado.
As plataformas de nuvem têm uma vantagem estrutural nessa disputa, que é já estar dentro da empresa, com contrato assinado, identidade corporativa integrada e faturamento único.
As fabricantes de modelo têm outra, que é controlar o próprio modelo e poder ajustar o produto ao que ele faz melhor, sem depender de interface pública.
Para quem escolhe ferramenta, a competição é boa e o critério continua o mesmo: medir tarefa concluída de ponta a ponta na base de código real, incluindo tempo de instalar dependência, rodar teste e corrigir, e não a qualidade da sugestão isolada.
