Os recursos de execução contínua consolidados no período colocam uma pergunta prática para quem coordena equipe: revisão de código foi desenhada supondo autoria humana rastreável.
Quando parte do trabalho acontece em segundo plano, com o sistema tentando, medindo e corrigindo sozinho, a alteração que chega para revisão é o resultado de um processo que ninguém acompanhou.
Isso não torna a revisão inútil, torna-a diferente. A pergunta deixa de ser apenas se o código está correto e passa a incluir se quem submeteu consegue explicar as decisões tomadas no caminho.
Na prática, as equipes que lidaram melhor com isso adotaram medidas simples: limitar o tamanho da alteração submetida, exigir descrição do que foi testado e revisar com atenção redobrada o tratamento de erro e os casos de borda.
São justamente os pontos onde código gerado costuma ser genérico, porque o modelo resolve o caminho principal com facilidade e trata a exceção com o padrão mais comum que conhece.
