Levantamento publicado no início de agosto apontou que modelos de pesos abertos vêm alcançando os modelos de fronteira em capacidade, enquanto a distância em salvaguarda permanece.
A convergência de capacidade é o dado que muda o mercado. Se a diferença de qualidade encolhe, o argumento de vender acesso por assinatura enfraquece, e é isso que explica os movimentos do período, com empresas publicando pesos de seus modelos mais recentes.
A distância em salvaguarda é o dado que muda o risco. Modelo publicado pode ser ajustado por qualquer um, inclusive para remover as restrições que vinham de fábrica, e uma vez publicado não volta atrás.
As duas coisas juntas descrevem o impasse que o setor discutiu o mês inteiro, entre carta de coalizão, posição publicada por empresa que se recusou a assinar e padrão voluntário negociado com governo.
Para quem escolhe modelo, a consequência prática é que a avaliação não pode parar na medição de capacidade. Vale perguntar o que o modelo faz quando recebe pedido que deveria recusar, e testar isso na própria operação.
