Entre as medidas que teriam mudado o resultado dos incidentes do período, uma se repete e quase nunca é feita: saber listar quais integrações estão ativas e o que cada uma alcança.
A ausência dessa lista tem explicação simples. Integração é adicionada por decisão de área de negócio, com critério de utilidade, e removida praticamente nunca, porque remover exige saber quem ainda depende dela.
O acúmulo cria uma situação desconfortável: a empresa concedeu acesso a dezenas de serviços ao longo de anos, e ninguém consegue dizer de cabeça quais continuam ativos nem que permissão cada um tem.
O trabalho de reverter isso é chato e não exige ferramenta: abrir a lista de aplicativos conectados em cada sistema principal, remover o que ninguém usa, reduzir o escopo do que sobrar e anotar quem responde por cada um.
Uma manhã resolve a maior parte, e o resultado aparece justamente quando um fornecedor conectado for comprometido, que foi o caminho de entrada mais comum nos incidentes documentados.
