Fechado o mês, os incidentes documentados têm origens diferentes e convergem para um conjunto pequeno de medidas que teriam mudado o resultado em quase todos.
A primeira é inventário de integração. Em vários casos o caminho de entrada foi um fornecedor conectado, e o problema começa quando ninguém sabe listar quais integrações estão ativas e o que cada uma alcança.
A segunda é cópia de segurança testada com restauração completa. Cópia que nunca foi restaurada é hipótese, e o momento de descobrir isso não pode ser durante o incidente.
A terceira é decisão tomada antes: se negocia ou não, quem autoriza desligar sistema, quem fala com cliente e o que se diz enquanto ainda não se sabe o tamanho do problema.
A quarta é calendário. Sistema tem sazonalidade conhecida e pública, e quem ataca escolhe a janela em que doer mais. Manutenção e teste precisam acontecer fora do pico, e a capacidade de operar em modo degradado precisa existir antes de a janela abrir.
Nenhuma dessas medidas exige orçamento de empresa grande, e nenhum dos casos do mês teria sido evitado por ferramenta nova sozinha.
