Os produtos corporativos lançados no período chegaram com suporte a modelos de três fornecedores diferentes desde o primeiro dia, escolha que se repetiu em anúncios distintos.
Não amarrar o produto a um único modelo deixou de ser diferencial e virou requisito. A razão é comercial antes de ser técnica: cliente corporativo aprendeu, ao longo do semestre, que fornecedor pode ficar indisponível por decisão externa, mudar de preço ou ser adiado.
Para quem constrói o produto, suportar vários modelos custa trabalho real. Cada fornecedor tem particularidade de interface, de formato de resposta e de comportamento em caso ambíguo, e manter paridade entre eles é manutenção contínua.
O que se ganha em troca é poder de negociação e continuidade. Sistema que troca de modelo por configuração não interrompe operação quando um fornecedor sai do ar, que foi exatamente o cenário que se materializou no mesmo mês.
É o mesmo princípio que a indústria de hardware chama de segunda fonte, aplicado a software: manter alternativa homologada custa um pouco no dia a dia e evita parada quando o preferido falha.
